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Corrosão em equipamentos de mineração: como prolongar a vida útil do seu ativo

Corrosão em equipamentos de mineração: como prolongar a vida útil do seu ativo
30/06/2026

Corrosão em equipamentos de mineração: como prolongar a vida útil do seu ativo

A corrosão em equipamentos de mineração é um desafio constante para a engenharia de manutenção. Falhas na integridade dos ativos geram paradas imprevistas e comprometem a segurança operacional de toda a planta de beneficiamento.

Diante desse cenário severo, a escolha da proteção anticorrosiva define o sucesso ou o fracasso do planejamento técnico. O objetivo primário é aplicar soluções que devolvam a confiabilidade estrutural, evitando manutenções corretivas recorrentes.

Neste artigo, você entenderá como proteger seus ativos de forma definitiva. Apresentaremos as melhores práticas e um caso real de sucesso, evidenciando como a tecnologia correta pode estender consideravelmente a durabilidade dos seus tanques industriais.

Por que a corrosão é um problema na mineração?

As plantas de mineração processam minérios utilizando compostos altamente reativos. A presença de umidade e agentes químicos agressivos cria uma condição perfeita para o desgaste severo das ligas metálicas.

Para combater esse problema, é preciso focar na integridade do equipamento. O projeto de engenharia deve contemplar tecnologias capazes de restabelecer a geometria original e garantir a confiabilidade da operação ao longo dos anos.

Impactos da corrosão em tanques e outros equipamentos

Tanques de armazenamento e processamento químico perdem espessura de forma progressiva. Esse desgaste estrutural gera furos e vazamentos, colocando a operação em risco imediato.

Quando o aço carbono atinge a espessura mínima tolerada, o ativo entra em estado de falha crítica. Caso a proteção interna não seja restaurada, a única alternativa técnica é a substituição integral do equipamento.

Principais fatores que aceleram a corrosão em ambientes de mineração

O uso de reagentes fortes para lixiviação e separação de minérios é o grande responsável pela degradação metálica. Soluções alcalinas e ácidas atacam as paredes dos tanques rapidamente.

O fluxo constante de fluidos agrava a situação, combinando erosão mecânica com ataque químico. Além disso, as altas temperaturas dos processos químicos aceleram as taxas de perda de espessura de projeto.

Riscos operacionais e financeiros associados à corrosão

Um equipamento inoperante significa a paralisação de uma linha inteira de processamento. Os prejuízos causados pelo tempo de inatividade frequentemente ultrapassam o custo de aquisição do próprio tanque.

Somam-se a isso os perigos ambientais e de segurança do trabalho. Vazamentos de fluidos tóxicos podem resultar em autuações de órgãos ambientais e colocar as equipes de campo em perigo iminente.

Comparativo: métodos convencionais vs. revestimentos Belzona

A indústria utiliza diversas metodologias para tentar barrar a perda de material. Contudo, em ambientes altamente agressivos, é preciso analisar a verdadeira eficácia técnica de cada procedimento.

Limitações de métodos tradicionais de proteção

A substituição de chapas metálicas e o uso de soldagem demandam longas horas de paralisação. O procedimento exige licenças para trabalho a quente e complexas rotinas de segurança.

Sistemas de pintura industrial convencionais falham prematuramente quando expostos à imersão contínua em fluidos severos. Tais revestimentos sofrem delaminação e permitem que o ataque químico alcance o substrato metálico.

Como o Belzona 5811 supera desafios convencionais

Os polímeros da Belzona foram projetados para resistir onde sistemas comuns falham. O Belzona 5811 (Immersion Grade) forma uma película protetora de extrema durabilidade e confiabilidade.

A aplicação ocorre diretamente na superfície preparada, curando à temperatura ambiente. Destacam-se as seguintes vantagens desta solução de alta performance:

  • Resistência química avançada: produto especialmente formulado para atuar sob imersão contínua em soluções aquosas agressivas.
  • Menor tempo de aplicação e cura: o material polimeriza a frio, permitindo o retorno ágil da unidade processadora.
  • Custo-benefício em longo prazo: previne trocas custosas de equipamentos e reduz sensivelmente o índice de intervenções corretivas.

Caso real: como a Hita protegeu um tanque de cianeto de sódio

O desafio enfrentado: corrosão severa em tanque de cianeto

Em uma mineradora , o tanque, utilizado para o armazenamento de cianeto de sódio, demandava proteção interna urgente. Devido às condições agressivas de operação , trechos do piso e do costado já apresentavam desgaste e precisavam de uma barreira efetiva contra a corrosão.

Etapas do processo: aplicação do Belzona 1121 e 5811

O serviço foi executado em apenas quatro dias, com acompanhamento integral da supervisão técnica da Hita. O processo a frio seguiu rigorosamente as seguintes etapas:

  • Preparação da superfície com jato abrasivo: o substrato de aço carbono foi jateado a seco até atingir o padrão de metal quase branco NACE 2 (Sa 2 ½).   
  • Suavização de cantos vivos com Belzona 1121: após a limpeza da área com álcool a 98% , a massa de engenharia Belzona 1121 foi aplicada para preencher alvéolos e suavizar cantos vivos estruturais.
  • Aplicação em camadas do Belzona 5811: o revestimento protetor Belzona 5811 foi aplicado sobre toda a superfície interna demarcada.
  • Inspeção com holiday detector: após a cura, realizou-se a inspeção final via seca com holiday detector para atestar a ausência de microfuros na película.

Resultados alcançados:

A intervenção técnica eliminou a necessidade de trabalhos a quente e entregou o equipamento protegido no prazo estipulado. Os principais ganhos para a mineradora foram:

  • Redução do tempo de parada: o serviço concluído em curto prazo permitiu a liberação ágil do tanque para a operação.
  • Economia financeira comprovada: a recuperação das áreas danificadas evitou a substituição de chapas do costado e do piso.
  • Aumento da vida útil do equipamento: o sistema Belzona 5811 isolou o aço carbono do contato direto com o cianeto de sódio, estancando a corrosão e devolvendo a confiabilidade ao ativo.

Benefícios dos revestimentos Belzona para a indústria de mineração

Selecionar a tecnologia certa eleva o padrão da sua operação. O portfólio Belzona entrega confiabilidade plena, superando com facilidade os desgastes típicos do beneficiamento.

Alta resistência a produtos químicos agressivos

As formulações em resina de alta densidade bloqueiam agentes cáusticos e ácidos presentes nas etapas de extração. Essa proteção estabiliza o equipamento contra agressões químicas constantes.

Durabilidade em condições de operação

O compósito não delamina e mantém elevada ancoragem mecânica mesmo sob movimentação contínua de fluidos. A aderência é garantida pelo rigor no perfil de rugosidade do preparo inicial.

Redução de custos com manutenção corretiva

A proteção adequada ataca o problema em sua raiz, blindando o substrato contra falhas futuras. A consequência direta é um orçamento de manutenção previsível e focado em melhorias, não em apagar incêndios.

Solicite agora uma avaliação técnica e descubra como proteger seus equipamentos com Hita e Belzona

Adiar o reparo acelera a destruição das paredes e pisos dos seus tanques industriais. Proteger ativamente os metais garante alta disponibilidade e máxima competitividade no mercado de mineração.

Nossos especialistas contam com conhecimento aprofundado para mapear e tratar as degradações da sua unidade processadora. A Hita possui a estrutura ideal para especificar e aplicar os sistemas de reparo exatos.

Entre em contato agora com a equipe técnica da Hita e solicite uma avaliação estrutural detalhada dos seus ativos críticos.

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